O ESTADO PROFUNDO

 O Estado Profundo não se esconde nas sombras: ele é a sombra. Está nos sistemas, nas estruturas, nas escolhas que nunca escolhemos. Ele se molda ao cotidiano, se infiltra na normalidade, se mascara de progresso.

Enquanto caminhamos distraídos, ele cresce. Enquanto seguimos as regras, ele escreve outras. Enquanto olhamos para o alto em busca de culpados, ele está lá embaixo: sustentando o jogo, ditando o ritmo, invisível... porque já é parte do chão.

Mato Grosso do Sul é caçula de três irmãos, cada um com seus sotaques e sabores...

 Houve um período em que o território incluía Rondônia e ocupava área que se estendia do Pantanal à Amazônia... 


Muito antes de Mato Grosso do Sul começar sua história como estado, o mapa do Centro-Oeste brasileiro era bem diferente e muito maior. Houve um período em que Mato Grosso incluía Rondônia e ocupava uma área que se estendia do Pantanal à Amazônia, em uma linha reta de quase 2.000 quilômetros entre um extremo e outro.

Com o tempo, as distâncias, os interesses econômicos e a necessidade de administrar melhor o território criaram três irmãos: Mato Grosso, Rondônia e Mato Grosso do Sul. Cada um tem sotaques, sabores e identidades próprios. Não havia como serem iguais, estando geograficamente tão distantes.

Em Rondônia, o cheiro é de cupuaçu e tucupi. Mesmo que o sujeito esteja derretendo, o caldo não sai do menu. O sotaque surge com tempero do Pará, salpicado pelo Nordeste, só que mais suave. A literatura explica que é como se todo mundo falasse sorrindo, em um sobe e desce de sílabas.


Em Mato Grosso, o sabor é de pequi e pacu. Há quem compare o jeito de falar à melodia da viola, em ritmo calmo, que cria pausas entre as palavras e arrasta um pouco a duração de cada fonema. Há um “r” leve e um “s” sibilante, principais marcas daquelas bandas.


Em Mato Grosso do Sul, o gosto é de carne vermelha, tereré e chipa. O sotaque é meio caipira, meio urbano, com um pé no Paraguai, outro em São Paulo e um "r" que joga a língua para o céu da boca e faz quem é de fora tirar sarro do nosso jeitinho caipira.

Irmãos separados 


A primeira divisão ocorreu em 1943, quando o então presidente Getúlio Vargas criou o Território Federal do Guaporé, separando-o de Mato Grosso. A região, localizada ao norte, era estratégica por abrigar parte da floresta amazônica e por ter importância econômica durante a Segunda Guerra Mundial, especialmente por causa da produção de borracha.


Em 1956, o território recebeu o nome de Rondônia, em homenagem ao marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, militar mato-grossense que instalou as linhas telegráficas e abriu rotas de comunicação pela Amazônia.


Era administrado diretamente por Brasília. Só em 1981, com a transformação em estado, Rondônia passou a eleger governador, deputados estaduais e senadores, ganhando os mesmos direitos políticos dos demais.


Hoje, a cultura rondoniense é marcada pela mistura de migrantes nordestinos, amazônidas e sulistas. As tradições incluem festas de boi-bumbá, arraiais juninos e uma culinária rica em peixes e ingredientes regionais, como o tambaqui assado, o tacacá e o pirarucu de casaca.

Na capital, Porto Velho, o cenário é bem interiorano, inclusive quando o assunto é ponto turístico. Se por aqui o campo-grandense tira foto com a Maria Fumaça voadora na Calógeras, lá o povo para para tirar selfie na caixa-d'água.


Conhecidas como As Três Marias, as "icônicas" caixas d’água localizadas na praça central de Porto Velho foram construídas entre 1910 e 1912, com tanques metálicos importados de Chicago, cada um com capacidade para 200 mil litros. Instaladas na parte mais alta da cidade, abasteceram Porto Velho até 1957, utilizando apenas a força da gravidade para distribuir a água.


Para Mato Grosso do Sul, não há irmão mais diferente que Rondônia e quem trocou de endereço sabe bem disso.


Natural de Corumbá, o engenheiro eletricista Alysson Bernardes trocou o Pantanal pela Amazônia ao se mudar para Porto Velho (RO). Viveu anos em Campo Grande e se acostumou ao calor seco e às variações de temperatura; por isso, foi ainda mais difícil se adaptar ao clima e à rotina da capital rondoniense.

“Aqui, as estações do ano são divididas basicamente em verão e inverno amazônicos. O verão é um período de muito calor e o inverno, de muita chuva”, conta. Ele explica que a umidade por lá é tão intensa que “a gente tem de tomar cuidado até com as roupas, em determinadas épocas do ano, porque mofa mesmo: guarda-roupa, roupa, tudo. Teve uma vez em que fui de férias para Campo Grande e deixei a chave da casa com um colega, para ele vir, abrir e deixar o ar circular, mas ele acabou não vindo. Quando cheguei em casa, estava tudo mofado: sofá, guarda-roupas, roupas... tudo”, lembra.


Em Porto Velho desde 2001, ele diz que nunca percebeu grandes diferenças no sotaque, a não ser por um detalhe: “O pessoal achava engraçado quando a minha esposa puxava o ‘r’ lá na faculdade. Achava diferente, como acontece com o pessoal do interior daqui mesmo, de Cacoal e de Rolim de Moura, que também puxa um pouquinho o ‘r’ na pronúncia.”


Na culinária, Alysson conta que Porto Velho é marcada por uma mistura de influências. “Aqui há bastante influência do Norte. Você encontra tacacá, que é uma comida típica paraense, e também pirarucu de casaca, que é um prato amazonense. Há muita mistura e muito peixe, né? Peixe com molho de castanha, a antiga castanha-do-pará. Esse tipo de comida é bastante tradicional aqui.”


Ele observa, no entanto, que o interior do Estado tem hábitos diferentes e conta que o tereré já chegou por lá. “Do centro para o sul, as características já são do pessoal do Sul mesmo: muito churrasco e o pessoal toma mais tereré. Agora, em Porto Velho, você encontra algumas casas de tereré, mas, quando cheguei aqui, em 2001, não havia nenhuma. Quando eu falava que ia pegar erva, o pessoal até se assustava, achava que era outra coisa”, recorda, rindo. “Hoje, já está mais difundido. E, assim como eu, quando cheguei aqui, não conhecia açaí nem tapioca, que são coisas bem típicas daqui, aliás, de toda a região Norte.”


Outro traço que chama a atenção, segundo o engenheiro, é a rotina alimentar dos moradores da capital. “À noite, o pessoal gosta muito de caldos, então há muitas soparias, algo que eu não via em Campo Grande. E, no café da manhã, principalmente no mercado, o pessoal come comida forte, como mocotó, cuscuz com carne e charque. É algo comum aqui, mas que em outros lugares não é tão frequente.”


O berço original


Mato Grosso nasceu da corrida pelo ouro no início do século XVIII, quando bandeirantes paulistas chegaram à região em busca de metais preciosos. A descoberta do ouro no rio Coxipó, em 1719, levou à fundação de Cuiabá, que se tornou o primeiro núcleo urbano do oeste brasileiro. A partir daí, o território ganhou importância estratégica para Portugal, que ergueu fortes militares, como o de Coimbra e o Príncipe da Beira, para proteger a fronteira com a Bolívia.


Com o tempo, o ouro se esgotou e a economia se voltou à pecuária e à agricultura. No século XX, o marechal Cândido Rondon ajudou a integrar a região ao restante do país com as linhas telegráficas.


O atual Mato Grosso manteve a maior parte do território original e continua sendo o “tronco” de onde os outros dois estados surgiram. Sua cultura combina influências sertanejas, indígenas e pantaneiras, com destaque para danças como o cururu e o siriri, músicas tocadas ao som da viola e uma culinária baseada em peixes e frutos do Cerrado.


Entre os pratos mais tradicionais estão o pacu assado, a mojica de pintado, o arroz com pequi e a farofa de banana, receitas que traduzem o modo de vida das comunidades ribeirinhas e rurais.

O caçula do trio


A segunda divisão veio em 11 de outubro de 1977, durante o governo de Ernesto Geisel, por meio da Lei Complementar nº 31, que criou oficialmente Mato Grosso do Sul. A instalação efetiva do novo estado ocorreu em 1º de janeiro de 1979, com Campo Grande escolhida como capital.


A separação foi resultado de um desejo antigo dos moradores do sul do antigo Mato Grosso, que enfrentavam grandes distâncias até Cuiabá e sentiam falta de investimentos regionais.


Com a criação do novo estado, surgiu também uma identidade própria, influenciada pelas fronteiras com o Paraguai e a Bolívia e pela presença de migrantes vindos do Paraná e de São Paulo.


A cultura sul-mato-grossense é marcada pelo tereré, pela chipa, pelo arroz carreteiro, pelo sobá e pela música sertaneja, herança da vida rural misturada à convivência urbana. A convivência entre influências rurais, fronteiriças e urbanas moldou hábitos, culinária e tradições, refletidos em pratos como arroz carreteiro, sobá e tereré.


A música sertaneja e festas populares reforçam o sentido de pertencimento à região, enquanto a população segue mantendo laços históricos com migrantes vindos do Paraná, São Paulo e demais estados, que ajudaram a formar o mosaico cultural sul-mato-grossense.


A história da assinatura que oficializou Mato Grosso do Sul é cercada de curiosidades. Em 11 de outubro de 1977, o então presidente Ernesto Geisel sancionou a Lei Complementar nº 31, mas a caneta usada para o ato até hoje é motivo de controvérsia.


Segundo relatos, o produtor rural Antônio Ferreira dos Reis, conhecido como Varanda, teria emprestado a sua Parker 51 ao presidente. Outras versões apontam que o responsável pelo instrumento foi Marcelo Miranda, então prefeito de Campo Grande. Independentemente da caneta, o ato marcou o início de uma trajetória de construção administrativa e política própria para o novo estado.


Nos primeiros anos, Mato Grosso do Sul enfrentou desafios para consolidar sua estrutura administrativa. Inicialmente, herdou 55 municípios, enquanto Mato Grosso ficou com 38. Ao longo das décadas seguintes, o caçula do Centro-Oeste ganhou 24 novos municípios, expandindo a oferta de serviços públicos, educação e infraestrutura urbana, e firmando sua posição estratégica no país.


Entre 1980 e 1985, o estado chegou a ter mais habitantes que Mato Grosso, com diferença superior a 200 mil pessoas, evidenciando a rápida ocupação do território sul-mato-grossense.


A economia do Estado também se consolidou com força, baseada principalmente no agronegócio. Em 2019, o PIB do Estado somava R$ 106,9 bilhões, com um PIB per capita de R$ 38,4 mil, enquanto Mato Grosso apresentava R$ 142,1 bilhões e R$ 40,7 mil per capita.


Apesar de menor em valores absolutos, Mato Grosso do Sul manteve crescimento consistente em setores como pecuária, agricultura e indústria, com destaque para a produção de grãos e carne, consolidando-se como polo econômico regional.

Créditos: Campo Grande News ... veja mais em https://www.campograndenews.com.br/reportagens-especiais/mato-grosso-do-sul-e-cacula-de-tres-irmaos-cada-um-com-seus-sotaques-e-sabores

Fluor e o controle da mente

 

O flúor foi introduzido no abastecimento público de água a partir da década de 1940, sob o argumento de prevenir cáries. Mas o que muitos não sabem é de onde veio essa ideia e o que ela realmente esconde.

O flúor é um subproduto da indústria do alumínio e do fosfato. Antes de ser despejado nos nossos corpos, era considerado resíduo tóxico.
Empresas como Alcoa e DuPont, pressionadas por reguladores ambientais, encontraram uma “solução brilhante”: transformar veneno industrial em “tratamento de saúde pública”.
De repente, aquilo que era perigoso se tornou “necessário”.

Mas os dados reais estão aí, em silêncio.
Em 2019, um estudo publicado no Journal of the American Medical Association Pediatrics concluiu que altos níveis de flúor na gravidez estavam associados à redução do QI em crianças.
Outros estudos da Harvard School of Public Health mostraram a mesma coisa: o flúor reduz a capacidade cognitiva.
Em 2012, uma meta-análise de 27 estudos na China confirmou a ligação entre fluoretação e menor desempenho intelectual.

E há mais.

O flúor não apenas endurece o esmalte dos dentes; endurece a percepção.
Ele cria uma mente mais dócil, mais passiva, menos questionadora.
E o que acontece quando uma população inteira é mantida em estado de dormência química, acreditando que está sendo protegida?
Ela se torna controlável.

A Alemanha nazista já sabia disso.
Documentos e relatos indicam que compostos fluorados eram usados em campos de concentração para suprimir a vontade de resistência dos prisioneiros.
O flúor, em pequenas doses contínuas, reduz o ímpeto de reação.
E o sistema moderno parece ter adotado a mesma fórmula só que com marketing, “sorrisos saudáveis” e rótulos coloridos.


A pergunta é:
se a substância que dizem “cuidar da sua saúde” foi classificada pela The Lancet como um “neurotóxico do desenvolvimento”, por que ela ainda está sendo colocada na sua água, no seu creme dental, e até nos produtos infantis?

O flúor não apenas ataca o corpo.
Ele trava o espírito.
Ele fecha o canal da percepção.
E talvez, esse seja o verdadeiro propósito:
manter as pessoas limpas por fora e adormecidas por dentro.

Purifique o corpo, e a mente voltará a enxergar.” Saiba mais: https://www.starday.com.br/1/fluor/

Crédito: O informante.

Por que eles não aceitam os fatos?


 Uma vez que o Estado é a fonte do “sentido”, a verdade deixa de ser algo a ser descoberto e passa a ser algo a ser imposto.

O comunista não “analisa” a realidade - ele a reinterpreta para que caiba na narrativa do partido.
A estrutura mental é religiosa, mas sem transcendência:

O dogma: “a ideologia é infalível”.

O pecado: “pensar diferente”.

A penitência: “autocrítica e reeducação”.

O inferno: “o capitalismo e o inimigo de classe”.

Assim, o comunista não pode aceitar fatos objetivos que contradigam o dogma, porque isso equivaleria a uma heresia contra o deus que ele adora < o Estado.

O cérebro é condicionado para defender a crença, não para buscar a verdade. #Whittaker Chambers – Ex-comunista convertido ao cristianismo


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Quando o Estado ocupa o lugar de Deus

 

O comunismo, em sua essência filosófica (não apenas econômica), parte de um materialismo absoluto.
Karl Marx escreveu que "a crítica da religião é o começo de toda crítica", pois, segundo ele, o homem precisa se libertar da “ilusão de um mundo além” para poder construir o “paraíso na Terra”.

Isso significa: a transcendência é abolida, e o Estado - instrumento máximo do “homem coletivo” - assume o papel de criador, juiz e redentor.

Assim, o Estado passa a ser o substituto funcional de Deus:

Ele define o bem e o mal (moral estatal).

Ele decide quem vive e quem morre (poder sobre a vida).

Ele distribui “graças” (benefícios, direitos, empregos).

Ele pune os “pecadores” (os dissidentes e “reacionários”).

Ele promete a “redenção” futura — uma sociedade perfeita, sem classes, sem desigualdade.

Esse é o mecanismo espiritual do comunismo: um culto secular, onde o Estado é o altar e o partido é o sacerdócio. #Friedrich Hayek – O Caminho da Servidão


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O que os egípcios conheciam por Thoth, os gregos e romanos conhecem por Mercúrio ou Hermes. 

Mas a melhor definição de Hermes são os pilares Herm, que os gregos colocavam em todas as encruzilhadas, onde sacrificavam para Hermes. 

O cantor de Blues Robert Jhonson, fez um pacto com o diabo em uma encruzilhada. 

É nas encruzilhas que Hermes está. A encruzilhada é conhecida como a estrada 42. 

Hermes também é o anjo caído da farmacologia, e também é responsável por guiar as almas dos mortos no submundo. Hermes, é o deus dos Zumbis.


Crédito: O informante



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101 caminhos para a paz, segundo Dr. David R. Hawkins

 101 caminhos para a paz, segundo Dr. David R. Hawkins


Descubra os melhores caminhos para a paz:

1. Abra mão de tentar mudar e controlar os outros. A fonte da sua felicidade está unicamente dentro de você. A paz tem que ser uma decisão que você toma. Ela pode existir no meio da guerra, devastação e catástrofe.

2. Deixe ir o desejo de se vingar.

3. Desapegue de querer estar certo e querer que os outros estejam errados.

4. Pratique o discernimento em vez do julgamento. O julgamento diz: “eles deveriam ser diferentes”, enquanto o discernimento vê a essência e a verdade de uma pessoa, mas sem julgamento.

5. Seja modesto com opiniões.

6. Aperfeiçoe habilidades de diplomacia e gentileza.

7. Seja gentil e atencioso.

8. Mantenha a serenidade como meta.

9. Não há problema em estar errado ou indeciso.

10. Calibre as opções. Seja flexível.

11. Não é necessário ter opinião sobre tudo.

12. Evite manifestações de paz.

13. Lembre-se que Sócrates era baixo e feio.

14. Valorize a sabedoria acima de estar certo.

15. Busque conselhos sábios.

16. Perceba que você influencia os outros pelo que você é, não pelo que você faz (a melhor coisa que você pode fazer para o mundo é sentar e calar a boca! Apenas ter pensamentos gentis faz a diferença).

17. Evite o ativismo e o pedantismo.

18. Seja grato por seus bens (seu ativo mais importante é o interesse espiritual).

19. A humanidade sobreviveu milhões de anos sem sua ajuda.

20. Seja seu melhor amigo.

21. Desconfie dos benfeitores (eles querem controlar você para o seu próprio bem, é claro!)

22. Benfeitor: um reformador social sério e muitas vezes ingênuo. Ingênuo: (a pessoa ou ação) que mostra falta de experiência, sabedoria ou julgamento.

23. Deixe os outros vencerem.

24. Cuidado com consequências não intencionais.

25. A criança inocente está presente em todos.

Artigo completo:
https://davidhawkins.com.br/niveis-de-consciencia/caminhos-para-a-paz/


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MATEMÁTICA DA MAESTRIA

 Uma tartaruga, quando nasce, já sabe nadar. Um passarinho, quando nasce, já sabe voar. Uma abelha, quando nasce, já sabe fazer mel. Seres humanos, quando nascem, não sabem fazer nada. Absolutamente nada. Precisam aprender tudo.


Essa é a grande vantagem de ser humano. Tudo pode ser aprendido, praticado e se tornar uma competência subconsciente, ou seja, uma maestria. Pense, por exemplo, em Airton Senna dirigindo um carro de F1, Messi controlando a bola, João Gilberto tocando violão, Shakespeare escrevendo um texto, Picasso pintando um quadro. Todos esses grandes mestres adquiriram suas maestrias graças a capacidade humana de aprendizagem.

Até aí, tudo lindo. E se a história da aprendizagem humana terminasse aí, seria uma maravilha. Mas a história continua. E pior! Ladeira abaixo! Essa mesma capacidade graciosa de aprendizagem é também a tragédia humana, porque assim como você pode aprender e ficar mestre em fazer coisas inteligentes e maravilhosas, você pode igualmente aprender e ficar mestre em fazer coisas estúpidas e nocivas.

Reclamar, por exemplo. Você não nasceu reclamando. Reclamar é um comportamento que você aprendeu, desenvolveu e se tornou uma maestria. Chegou um momento que você ficou tão competente em reclamar que reclamar se tornou natural como respirar. É uma maestria, mas é uma maestria nociva, pois reclamar não lhe ajuda, só lhe atrapalha.

Se você é vitimista (reclamão), ou intolerante, ou medroso, ou mentiroso, ou vaidoso, ou invejoso, ou caga-regra, etc. Nada disso é inato. Todos esses seus comportamentos são frutos de aprendizagem e repetição.

A matemática da maestria é simples: maior a repetição, maior a competência. E não importa se a competência adquirida te ajuda ou te prejudica, uma vez instalada, funciona dia e noite na máxima potência, mesmo que você não queira, pois funciona subconscientemente.

Muito bem! Primeiro dei a boa notícia, depois a má notícia, agora vamos a terceira notícia. Assim como você consegue desenvolver uma maestria, você também pode eliminá-la. O caminho da eliminação é o mesmo: aprendizagem e repetição.

Aprenda o novo comportamento e o repita toda vez no lugar do antigo. Por exemplo, se você é intolerante e quer se tornar tolerante, toda vez que estiver prestes a dar play na intolerância, mude de opção e pratique a tolerância. Com a repetição você irá deletando a maestria indesejada e instalando a maestria desejada.

Boa prática!

Créditos

https://www.1ficina.com.br/matematica-da-maestria/

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M.CULT.BOX

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23/09

 A série "3rd Rock From The Sun" de 1996 - Um meteoro atinge a Terra em 23/09/2015


✔️ A série "The Big Bang Theory" - temporada 12, episódio 14 é dito que um asteróide atingirá a Terra em 23/09

✔️ Filme "Volcano" de 1997 com Tommy Lee Jones - asteróide atinge a Terra em 23/09

✔️ Filmes "Procurando Um Amigo Para o Fim do Mundo" - um asteróide atinge a Terra acabando com o mundo em 22 e 23/09

✔️ Filme "Julia & Julia" de 2009 - Meteoro atinge a Terra em 23/09

✔️ Filme "Impacto Profundo" com Morgan Freeman - é dito que um asteróide atingirá a Terra em 22/09 e há uma referência de um bilhete de loteria com a data 23/09

✔️ Filme "Evan Almighty", uma comédia sobre a Arca de Noé - há o dilúvio em 22/09

✔️ Filme "Knowing" - a Terra é destruída por flashes solares após intensa explosão de massa coronal entre 22 e 23/09

✔️ Filme "Pequena Loja de Horrores" uma comédia infantil - eventos que ameaçam a humanidade em 23/09

✔️ Filme "Tomorrow Land" - um grande desastre ocorre na Terra em 23/09

✔️ A série policial "NCIS" - episódio da temporada 12 com título "O Último Homem de Pé" e subtítulo "Eles Sabem do Dia 23/09? Não."

✔️ Filme "Number 23" com Jim Carrey - anuncia que o inferno chegará à Terra em 23/09

✔️ A série "Sleep Hollow" - uma nova dimensão é aberta na Terra em 23/09

✔️ Filme "Ghostbusters" com subtítulo "Afterlife" também chamado "The View" e aqui no Brasil "Mais Além" de 2021 - retrata a chegada do Diabo na Terra em 23/09

✔️ Filme "This is The End" - o arrebatamento bíblico ocorre em 23/09

✔️ Filme "Pandemic" - uma pandemia atinge o leste do planeta em 23/09

✔️ Filme "Labyrinth" - uma espécie de entidade maligna do labirinto consome o mundo às 9:23hs (em inglês o mês vem antes do dia)

✔️ A série "Lost" - um avião cai numa ilha onde toda a série se passa em 23/09

✔️ Filme "Náufrago" com Tom Hanks - aparece close da carteira de motorista do piloto do avião morto "23/09"

✔️ Filme "Garota Desaparecida" - data do desaparecimento 23/09

✔️ A série "Heroes Reborn" - uma perseguição à Igreja começa em 23/09

✔️ A série de 1990 "One Foot in The Grave" - o dia do Senhor estará sobre você 23/09

✔️ Comercial da Taco Bell - pessoas escapam de um campo de concentração com número 23/09

✔️ Comercial da cerveja Guinness - "Se você mantiver a mente aberta descobrirá segredos obscuros" - há um cronômetro no comercial que para em 9:23 - novamente, datas em inglês o mês aparece antes do dia se tratando de 23/09

✔️ Vídeo Clip "Haven Is Here" de Florence And The Machine - o tema do vídeo clip é "Vamos Arrastar Corpos Para o Chão" (como se fossem enviados ao Inferno, sugados pela Terra)

✔️ Um vídeo clip da Rihanna "7/11" que no calendário judaico corresponde à 24/09"

✔️ Álbum do cantor Drake "Nothing Was The Same" (nada era o mesmo ou nada era como antes) - lançado em 23/09 com menção à data na camiseta que o cantor vestia

✔️ Música "Weep And Mourn" da banda de Reggae "Israel Vibration" - o início da letra diz "Tenho certeza que foi o 24 (de setembro)
Esse foi o dia que o incidente aconteceu (eu me lembro)
Meus irmãos foram todos reunidos em um canto (no jardim)
Cuidando de sua própria personalidade (de I-qualidade)
Babylon veio em seguida (com um Prefeito)
Com as forças da Brutalidade..." - A letra narra eventos apocalípticos

✔️ Vídeo Game "Resident Evil" - toda temática do game referente à contaminação de vírus e Apocalipse Zumbi se passa a partir da data 23/09

✔️ Jogo de cartas "INWO" referente aos planos Illuminatis para o mundo - há 3 cartas incluindo uma que há um asteroide com a data 23/09 repetida 9 vezes

✔️ Vídeo Clip do sinistro cantor Marilyn Manson "Tainted Love" - um asteroide atinge a Terra e é mostrado um horóscopo com a data 23/09

Livros, mente e guarda chuvas somente servem se os abrirmos!


 Se abrirmos um guarda chuva em meio a uma tempestade com muito vento, teremos apenas um guarda chuva retorcido, enquanto nos molhamos.


Se abrirmos um livro escrito em idioma diferente , teremos apenas um amontoado de palavras ininteligíveis .

Se abrirmos a mente a ideias contrárias às nossas crenças, convicções e senso crítico, seremos apenas tolos seguindo ideais ditados por terceiros.

Portanto, até para abrir um guarda chuva, um livro ou a mente, é necessário seguir um critério e um raciocínio lógico, ou seremos apenas tolos agindo de forma inconsciente...


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A Mentira disse para a Verdade:

 

A Mentira disse para a Verdade: "Vamos tomar banho juntas, a água do poço é muito boa. A Verdade, ainda desconfiada, testou a água e descobriu que era realmente boa.

 Então elas ficaram nuas e se banharam. A mentira saltou da água e fugiu, vestindo as roupas da Verdade.


A Verdade, furiosa, saiu do poço para pegar suas roupas de volta. Mas o Mundo, ao ver a Verdade nua, desviou o olhar, com raiva e desprezo. A pobre Verdade voltou ao poço e desapareceu para sempre, escondendo sua vergonha.

 Desde então, a Mentira corre o mundo, vestida de Verdade, e a sociedade fica muito feliz ...
Porque o mundo não deseja conhecer a verdade nua e crua.

Painting: Truth Coming Out Of The Well, Jean-Léon Gérome

 

M.CULT.BOX

 

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As Grandes estratégias da manipulação midiática por Noam Chomsky

 

As Grandes estratégias da manipulação midiática por Noam Chomsky. Presta atenção porque é ferramenta de entendimento.

1 - A Estratégia da Distração.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças que são decididas pelas elites políticas e econômicas; mediante a técnica do dilúvio ou inundação de contínuas distrações de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para o público de se interessar-se pelos conhecimentos essenciais na área da ciência, economia, psicologia, neurobiologia, ou cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância na vida real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais", (citação do texto "Armas Silenciosas para Guerras Tranquilas).


2 - Criar Problemas depois oferecer Soluções.

Este método também se denomina "Problema -Reação - Solução". Cria-se um problema, uma "Situação" prevista para causar certa reação no público, a fim de que seja este quem exija medidas que se deseja fazer com que aceitem.
Por exemplo: deixar que se desenvolva ou que se intensifique a violência urbana, ou organiza atentados sangrentos, a fim de que o público seja quem demande leis de segurança e políticas de cerceamento da liberdade. Ou também : criar uma crise econômica para fazer com que aceitem como males necessários o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3 - A Estratégia da Gradualidade.

Para fazer com que se aceite uma mediada inaceitável, basta aplica-lá gradualmente, com conta-gotas, por anos consecutivos. Dessa maneira as condições socio- econômicas radicalmente novas ( neoliberalismo) foram impostas durante a década de 1980 e 1990. Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego massivo, salários que já não se asseguram rendas decentes, tantas mudanças que provocariam uma revolução se fossem aplicadas de uma só vez.

4 - A Estratégia de Diferir.

Outra maneira de fazer com que se aceite uma decisão impopular é a de apresenta-lá como "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação no futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro porque o esforço não empregado imediatamente. Logo, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "Tudo irá melhorar Amanhã", e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para se acostumar com a idéia da mudança e aceitá- la com resignação quando chegar o momento.

5 - Dirigir-se ao público como criaturas de pouca idade.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público ultiliza discursos, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muita vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse de pouca idade ou deficiente mental. Quanto mais se pretende enganar o espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por que? "Se alguém se dirigir a pessoas como se ela tivesse 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, uma resposta ou reação desprovida de um sentido crítico de uma de uma pessoa de 12 anos ou menos " ver armas silenciosas".

6 - Ultilizar o aspecto emocional muito mais que a reflexão.

Fazer o uso do aspecto emocional é uma técnica para causar um curto-circuito na análise racional, e, finalmente, no sentido crítico do indivíduos. Por outro lado, a utilização do registro emocional permite a abrir porta de acesso ao inconsciente para implantar ou injetar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos.

7 - Manter o público na ignorância e na mediocridade.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos ultilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores e às classes sociais superiores seja e permaneça impossível de ser alcançada para às classes inferiores (ver guerras silenciosas para guerras tranquilas).

8 - Estimular o público a ser complacente com a mediocridade.

Promover a crença do público de que é moda ser estúpido, vulgar e inculto.

9 - Reforçar a auto-culpabilidade.

Fazer crê ao indivíduo que somente ele é culpado por sua desgraça devido a sua insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, em vez de se rebelar contra o sistema econômico, o indivíduo menospreza e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição da ação do indivíduo. É sem ação não há revolução.

10 - Conhecer os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem.

No discurso dos ultimos 50 anos, os avanços da ciência uma crescente brexa entre os conhecimentos do público e aqueles que possuem e utilizam as elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e a psicologia aplicada, o "sistema" desfrutou de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicólogica. O sistema conseguiu conhecer melhor o indivíduo comum do que este conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior que o dos indivíduos sobre si mesmo.


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Lasciapasare

 


Lasciapasare era um documento que dava permissão para alguns italianos se locomoverem em áreas controladas pelos Nazis.

 A Onu possuí um laissez-passer, que é um documento de viagem emitido por um governo nacional ou uma organização internacional como as Nações Unidas, a União Européia ou o Comitê Internacional da Cruz Vermelha. 


A solidão mais terrível não é a que vem da solidão, mas a que vem da incompreensão.

 “A solidão mais terrível não é a que vem da solidão, mas a que vem da incompreensão. É a solidão de estar em uma sala lotada, cercado por pessoas que não te veem, que não te ouvem, que não conhecem a verdadeira essência de quem você é. E nessa solidão você se sente como se estivesse desaparecendo, ficando em segundo plano, até não passar de um fantasma, uma sombra do seu antigo eu.”


-George Orwell, 1984

Ciclo gnóstico

 



Porque ainda não reconhecemos o fato de que o Brasil é o berço do marxismo gnóstico mundial? Dom Hélder Câmara, um bispo comunista do NORDESTE era o conselheiro de Klaus Schwab e foi praticamente o inventor das mudanças climáticas. Paulo Freire, outro demagogo místico marxista gnóstico que pensava que os alunos deveriam se envolver no "ciclo gnóstico", passando da consciência mágica para a consciência ingênua e, finalmente, para a consciência crítica.


O processo é de iluminação esotérica e desenvolvimento espiritual na fé marxista. Um culto do inferno.

100 formigas vermelhas e 100 formigas pretas

 Estamos a ser manipulados por forças fora do nosso controle. Se você pegar 100 formigas vermelhas e 100 formigas pretas grandes e colocá-las em uma jarra, a princípio nada acontecerá. 

No entanto, se você sacudir violentamente o pote e jogá-las de volta no chão, as formigas lutarão até que eventualmente se matem. Acontece que as formigas vermelhas pensam que as pretas são as inimigas e vice-versa, quando na verdade o verdadeiro inimigo é quem sacudiu a jarra.

 Isto é exatamente o que está acontecendo na sociedade hoje. Direita vs. Esquerda. Preto vs. Branco. Verdade vs. mentira. A verdadeira questão que precisamos nos perguntar é quem está sacudindo a jarra... e por quê?

O governo já não existe para servir o seu povo

 



Nunca devemos esquecer que o governo já não existe para servir o seu povo, proteger as suas liberdades e garantir a sua felicidade.

Em vez disso, “nós, o povo”, somos as vítimas infelizes das maquinações diabólicas de um programa de trabalho realizado numa escala épica, cujo único objetivo é manter os poderes constituídos permanentemente (e lucrativamente) empregados.

É assim que a tirania aumenta e a liberdade cai.

kabala luriânica Gnóstica

 

Na kabala luriânica Gnóstica temos um principio que se chama Ein-Sof, que é o que existia de Deus antes de toda e qualquer manifestação ou criação, ou seja um NADA. Neste misticismo judaico, DEUS é o NADA. Este nada se contraiu para dar espaço a reinos. 

Neste espaço, a sabedoria de Ein-Sof, Sophia, criou o Demiurgo de maneira independente. Esse Demiurgo é o que os cristãos chamam de Jeová. Ele é o deus que criou esse mundo para nos aprisionar: invejoso e malicioso, também pode praticar o bem esporadicamente. Ein-Sof é a primeira interpretação de um deus múltiplo ou multifacetado. Ein-sof se divide em 10 Sephirots, manifestações do seu ser. 

Este conceito de Deus múltiplo misterioso contaminou os cristãos através do helenismo e do platonismo. Transformou-se na doutrina central de toda a cristandade. Jesus veio como enviado do EinSof para nos livrar do Demiurgo, mostrando o caminho espiritual da transcendência de toda a matéria. Moses Hess, guru de Karl Marx e praticante da Kabala Luriânica, absorveu este misticismo sincronizado com o hermetismo e propagou a aniquilação de tudo, para voltarmos ao NADA. Marx escondeu essa idéia por trás do nome comunismo. 

A idéia é chegar ao ponto que o governo tenha tudo, onde o governo seja Deus, para poder então realizar o NADA.

A Pedagogia do Marxismo

 

O que James Lindsay aponta — e que muita gente ainda se recusa a enxergar — é que o comunismo não é apenas uma ideologia política. Ele funciona, na prática, como uma religião disfarçada, com dogmas, heresias, sacerdotes, rituais e promessas de “salvação”. Só que é uma religião invertida, construída para substituir Deus, a verdade e a consciência individual por um sistema.

E a base disso é a dialética de Hegel.
Hegel ensinou que a realidade avança por conflito: tese, antítese, síntese. Marx sequestra isso e transforma em arma: agora o conflito não é mais filosófico, é social. Classe contra classe. Homem contra homem. Verdade contra “narrativa”.

O caos vira método. É a consciência de classe de Paulo Freire.
Nada é estável. Nada é sagrado. Tudo precisa ser destruído para “evoluir”.
Isso já é espiritual — só que no sentido mais sombrio.




No princípio, não era o Verbo. Era a Ruptura.


 Nada é inocente, nada é puro, nada é neutro. Toda família esconde dominação, toda tradição oculta violência, toda fé encobre opressão, toda prosperidade carrega crime.


Deus está ausente. O erro não é metafísico: é político. A queda não é espiritual: é social. E a salvação não vem do alto: nasce da revolta.

Aquele que tem "consciência social" aprendeu a ler o mundo por camadas invisíveis. Onde o homem comum vê trabalho, ele vê exploração. Onde vê família, ele vê patriarcado. Onde vê mérito, ele vê privilégio. Onde vê fé, ele vê dominação simbólica. Nada é o que parece. Tudo esconde uma estrutura secreta.

O sacrifício não é mais feito em altares de pedra, mas em praças digitais, tribunais morais, expurgos públicos, campanhas de cancelamento, perseguições simbólicas. O herege moderno não é queimado; é apagado. Sua reputação é destruída. Seu nome é poluído. Sua voz é silenciada. Sua existência é tornada tóxica. Cada expulsão reforça a pureza do grupo. Cada humilhação confirma a justiça da doutrina. Cada queda alimenta a fé. O fiel sente alívio: hoje, o bode expiatório foi outro. A comunidade se purifica no ódio ritualizado.

No centro de tudo, ergue-se o novo templo: o Estado-Redentor. Não um instrumento, mas uma entidade moral. Não um meio, mas um fim. Ele distribui graça em forma de benefícios, define pecado em forma de discurso, concede absolvição em forma de alinhamento ideológico. Ele vigia, orienta, recompensa, pune. Ele é o mediador entre o indivíduo e a utopia. Fora dele, não há salvação. A autonomia vira egoísmo. A independência vira ameaça. A consciência vira desvio.

A sociedade perfeita. A igualdade total. A justiça final. O paraíso histórico. Ele nunca chega. Mas nunca pode deixar de ser prometido. Porque é ele que justifica o sofrimento presente.

A censura agora é provisória. A pobreza agora é transitória. A repressão agora é necessária. O sangue agora é pedagógico. Tudo é tolerável quando se acredita estar construindo o Éden. A ética é suspensa em nome da missão. A compaixão é adiada em nome do processo. A verdade é relativizada em nome da causa.

Assim, pouco a pouco, a religião sem Deus cria seus santos, seus demônios, seus textos sagrados, seus rituais, sua hierarquia, seu tribunal, sua escatologia. Cria sua mística da história. Seu messianismo sem céu. Sua transcendência horizontal. O homem, convencido de que participa de um plano secreto de redenção coletiva, se autoriza a destruir em nome do amor, a mentir em nome da justiça, a odiar em nome da igualdade. Ele não se vê mais como pecador. Vê-se como instrumento.

E no fim, o mundo não é restaurado. É esvaziado. As faíscas não são libertas. São apagadas. A promessa de plenitude gera apenas ruínas. A busca por redenção produz apenas órfãos espirituais. Pessoas sem raiz, sem herança, sem transcendência, sem sentido. Submissas a um sistema que prometeu libertá-las. O culto triunfa quando já não precisa ser chamado de culto. Quando passa a ser chamado de consciência. Quando passa a ser chamado de virtude. Quando passa a ser chamado de verdade.

E assim se fecha o evangelho invertido: uma boa-nova sem perdão, uma salvação sem graça, uma redenção sem Deus, uma mística sem misericórdia, um reino sem céu; sustentado pelo conflito eterno e pela ilusão de que o homem, sozinho, pode consertar aquilo que ele mesmo continua destruindo.

Isso é tudo o que você vê acontecendo com o comunismo, com a nossa sociedade atual, com os apoiadores do PT, com todas as estruturas de poder. Tudo é um culto violento de inversão. E quem está dentro não consegue enxergar, mudar de opinião seria tornar-se herege.

A África cristã

 



A África é cristã; Culto público em grande escala e vigília à luz de velas realizada na véspera de Genna pela Igreja Ortodoxa Etíope de Tewahedo.


Os participantes vestem trajes tradicionais brancos (netela/gabbi), seguram velas acesas, cantam hinos e cânticos litúrgicos, oram e participam de um culto coral que continua durante toda a noite.
Isso marca a conclusão do jejum do Advento de 43 dias e celebra o nascimento de Cristo segundo a tradição miafisita da Igreja.

O Idioma Sem Palavras

 A massa comunica-se por palavras (que são mutáveis e sujeitas a interpretação), enquanto as estruturas de poder histórico comunicam-se por símbolos (que são arquétipos universais).


O símbolo comunica diretamente com o subconsciente sem passar pelo filtro da razão.

Diferente do pensamento das massas, que busca o "certo vs. errado" ou "bem vs. mal" de forma moralista, a elite controladora frequentemente opera na Dialética Hegeliana:

Tese e Antítese:Eles criam ou alimentam os dois lados de um conflito.

Síntese: O resultado final é o objetivo que eles já desejavam desde o início, mas que a população só aceita após o caos do conflito.

"A letra mata, mas o espírito vivifica." Na inversão do evangelho essa máxima resume a crença de que a massa recebe a "letra" (a regra rígida), enquanto a elite opera pelo "espírito" (o conhecimento de como as leis da natureza e da psicologia humana realmente funcionam).




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Alguns pobres de tudo.

 O pobre tem um sentimento amargo dentro dele. E esse sentimento é que ele é desfavorecido porque alguém está passando a perna nele. Esse alguém é o patrão. O empresário. O Rico. O vizinho do lado que trocou de carro e qualquer pessoa que esteja em melhores condições do que ele. Ele vive corroído pela inveja, que se transforma em ódio com o tempo.


Ele não gasta energia tentando enriquecer.

Ele gasta energia odiando quem prospera.

Sua saída é o ESTADO. Ele coloca o ESTADO como o seu pai, o seu Deus, que vai tirar de quem tem para lhe dar na forma de migalhas sociais. O Estado que cria ódio entre padrão e empregado na forma de burocracia e punição.

Se aparece um jumento com poder prometendo lhe dar gás, picanha, passagem de 200 reais, isso e aquilo.... então ele encontrou a resposta para os seus problemas. Alguém com poder que lhe fará prosperar.... finalmente.

E ele está há 20 anos acreditando nisso e esperando acontecer. E tem a audácia de chamar os outros de Gado.