Fluor e o controle da mente

 

O flúor foi introduzido no abastecimento público de água a partir da década de 1940, sob o argumento de prevenir cáries. Mas o que muitos não sabem é de onde veio essa ideia e o que ela realmente esconde.

O flúor é um subproduto da indústria do alumínio e do fosfato. Antes de ser despejado nos nossos corpos, era considerado resíduo tóxico.
Empresas como Alcoa e DuPont, pressionadas por reguladores ambientais, encontraram uma “solução brilhante”: transformar veneno industrial em “tratamento de saúde pública”.
De repente, aquilo que era perigoso se tornou “necessário”.

Mas os dados reais estão aí, em silêncio.
Em 2019, um estudo publicado no Journal of the American Medical Association Pediatrics concluiu que altos níveis de flúor na gravidez estavam associados à redução do QI em crianças.
Outros estudos da Harvard School of Public Health mostraram a mesma coisa: o flúor reduz a capacidade cognitiva.
Em 2012, uma meta-análise de 27 estudos na China confirmou a ligação entre fluoretação e menor desempenho intelectual.

E há mais.

O flúor não apenas endurece o esmalte dos dentes; endurece a percepção.
Ele cria uma mente mais dócil, mais passiva, menos questionadora.
E o que acontece quando uma população inteira é mantida em estado de dormência química, acreditando que está sendo protegida?
Ela se torna controlável.

A Alemanha nazista já sabia disso.
Documentos e relatos indicam que compostos fluorados eram usados em campos de concentração para suprimir a vontade de resistência dos prisioneiros.
O flúor, em pequenas doses contínuas, reduz o ímpeto de reação.
E o sistema moderno parece ter adotado a mesma fórmula só que com marketing, “sorrisos saudáveis” e rótulos coloridos.


A pergunta é:
se a substância que dizem “cuidar da sua saúde” foi classificada pela The Lancet como um “neurotóxico do desenvolvimento”, por que ela ainda está sendo colocada na sua água, no seu creme dental, e até nos produtos infantis?

O flúor não apenas ataca o corpo.
Ele trava o espírito.
Ele fecha o canal da percepção.
E talvez, esse seja o verdadeiro propósito:
manter as pessoas limpas por fora e adormecidas por dentro.

Purifique o corpo, e a mente voltará a enxergar.” Saiba mais: https://www.starday.com.br/1/fluor/

Crédito: O informante.