O comunista se define pela dominação do ego na personalidade, que, misturado com a ideologia gera uma doença psicológica e neurótica de negação da realidade.
O comunista grita contra o lucro, mas não recusa doações — nem quando vêm do bolso dos que diz odiar.
Fala em coletividade, mas exige que suas ideias sejam aceitas sem debate.
Diz que odeia opressores, mas sonha em ser o novo comissário do povo.
Promete liberdade, mas só depois que todos pensarem igual a ele. Reclama dos ricos, mas vive esperando herdar o apartamento da avó.
Combate o imperialismo americano — enquanto sonha em fazer mestrado em Nova York.
Brada contra o lucro, mas cobra por palestra sobre o fim do capitalismo.
Critica a meritocracia, mas se gaba do mestrado na Europa pago com bolsa estatal. Sonha com um mundo sem patrões, desde que nunca precise carregar caixas nem servir mesas.
Odeia os bilionários — mas só os que não bancam suas ONGs.
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M.CULT.BOX
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